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Data: 26/05/99
Hora: 22:48
Nome : Emanuel Patta
E-mail :
Comentários : profundidadexsuperficialidade,como encarar essa aparente
dualidade? existe a necessidade de um embasamento teórico para um desenvolvimento
satisfatório de um conceito,uma idéia,etc. essa afirmativa será verda- deira?
Data: 26/05/99
Hora: 23:04
Nome : Emanuel Patta
E-mail :
Comentários : profundidadexsuperficialidade,essa dualidade está presente
nas aulas de matemática. o emprego da máquina deve ser encarado como uma
necessidade ou como apenas um auxiliar fortuito na investigação das idéias
essenciais?
Data: 26/05/99
Hora: 23:05
Nome : Rosamary Disconzi
E-mail :
Comentários : SONIA ARAÚJO -Uma preocupação nossa é, em primeiro
lugar, pesquisar o que de geome tria nosso aluno percebe no seu entorno.
Para isso permitimo-nos a iniciativa de propor atividades que os le- vem
a, após experimentar, fazer registros do que perceberam. Através da observação
destes registros poderá ser feita a análise de toda produção, comparando
o processo usado por eles e confrontando os resultados obtidos. Para isso
é preciso que nós, as professoras, deixemos de lado a ime diaticidade da
precisão na produção dos mesmos e valorizemos as suas hipóteses. Numa etapa
posterior, a verificação das mesmas, será de relevante necessidade para
a ela boração da conclusão final.
Data: 26/05/99
Hora: 23:10
Nome : Maria Luiza
E-mail :
Comentários : Prefiro começar pela citação do texto: "´...é o de
provocar a reflexão sobre as opções que fazemos na organização da atividade
pedagógica, mesmo quando essa organização se limita a reproduzir as propostas
dos livros didáticos ou as experiências de anos anteriores.", porque o que
geralmente ocorre é isto: os livros normalmente trazem a geometria em capítulos
distintos, e o mais interessante, no final. Ocorre que se não conseguimos
vencer os "programas dos livros", nem se fala em seu final onde a geometria
aparece. E este "vício" de copiar programs estabelecidos previamente, por
autores na maioria das vezes do centro do país, com diferentes realidades,
no meu entendimento é o que gera todo o descontentamento ou desinteresse
por parte dos "nossos" alunos, com realidades distintas(clima, frutas, localização
no país, lazeres, etc.). Por isso, então achei interessante este texto,
pois dentro da rede municipal de ensino onde trabalhamos em cima de uma
proposta de pesquisa antropológica da comunidade, temos que educar/formar
alunos dentro dos seus anseios, aspirações, angústias, inseguranças, capacidades
e alargar-lhes os conhecimentos, porque não com a inserção da geometria,
se é algo que está em todo lugar ao seu redor.
Data: 26/05/99
Hora: 23:15
Nome : Maria Luiza
E-mail :
Comentários : Prefiro começar pela citação do texto: "´...é o de
provocar a reflexão sobre as opções que fazemos na organização da atividade
pedagógica, mesmo quando essa organização se limita a reproduzir as propostas
dos livros didáticos ou as experiências de anos anteriores.", porque o que
geralmente ocorre é isto: os livros normalmente trazem a geometria em capítulos
distintos, e o mais interessante, no final. Ocorre que se não conseguimos
vencer os "programas dos livros", nem se fala em seu final onde a geometria
aparece. E este "vício" de copiar programs estabelecidos previamente, por
autores na maioria das vezes do centro do país, com diferentes realidades,
no meu entendimento é o que gera todo o descontentamento ou desinteresse
por parte dos "nossos" alunos, com realidades distintas(clima, frutas, localização
no país, lazeres, etc.). Por isso, então achei interessante este texto,
pois dentro da rede municipal de ensino onde trabalhamos em cima de uma
proposta de pesquisa antropológica da comunidade, temos que educar/formar
alunos dentro dos seus anseios, aspirações, angústias, inseguranças, capacidades
e alargar-lhes os conhecimentos, porque não com a inserção da geometria,
se é algo que está em todo lugar ao seu redor. Portanto, sem a utilização
de livros-texto.
Data: 26/05/99
Hora: 23:51
Nome : Suzana Maria da Silva
E-mail :
Comentários : Não consideramos que a Matemática continue estanque
no desenvolvimento de seus conteúdos. Acreditamos que a geometria pode e
deve ser trabalhada a partir da experimentação desvinculando da seqüencia
tradicional estabelecida nos currículos passados. Apesar de não termos uma
formação baseada na contrução do conhecimento vimos através de experiência
em sala de aula que o aluno abstrai com maior facilidade vivenciando atividades
mais concretas.
Data: 26/05/99
Hora: 23:54
Nome : Sônia B.Kirsch
E-mail :
Comentários : A geometria está presente na vida diária das pessoas.
Tudo que fazemos, envolve a geometria. Então, por que não explorá-la em
sala de aula? Existe um momento exato para iniciar este estudo? Por nossa
formação acadêmica, somos levadas, sempre, a trabalhar os conceitos matemáticos
pensando em pré-requisitos (do simples ao com- plexo). Na verdade é até
difícil de dizer porque o mais simples é o número - a quantificação - as
operações, enfim a aritmética. É a partir desta que se desenvolvem os programas
de nossas escolas. Apesar de uma quantidade enorme de conceitos geométricos
permearem nossas ações do dia a dia, não estamos acostumados a pensar geometri-
camente, como também é verdade que grande parte do trabalho geométri- co
que realizamos é para embasar um determinado pensamento aritmético ou algébrico.
O texto "Para que ensinar e aprender geometria no Ensino Fundamental? Um
exercício de reflexão sobre o currículo" nos remete a uma reflexão sobre
a importância e as motivações para a inserção da Geometria no currículo
do ensino fundamental. Pensamos que primordialmente entre estes motivos
devemos dar ênfase ao desenvolvimento de capacidades básicas como as citadas
no texto: recortar, colar, compor, dobrar, encaixar, montar, rodar, espelhar,
projetar,... São estas capacidades que darão suporte para outros do- mínios,
não somente concretos, mas também mentais (abstratos) neces- sários para
a formação de conceitos numéricos ou não como: domínio do espaço,lateralidade,
sentido, relações métricas, proporcionalidade, etc. Christiane Sulzbach,
Nilza Corso e Sônia Kirsch
Data: 06/07/99
Hora: 00:59
Nome : Rosamary Disconzi
E-mail :
Comentários : Gostei muito das atividades de hoje:sair com carro do "mestre"
e
montar a pirâmide de base quadrada e altura igual a uma das arestas. Formar
um cubo com asd ditas pirâmides, estimando quantas seriam necessárias para isso.
Construitr uma pirâmide e imaginar quantas seriam necessárias para formar outro
cubo. Solução: Montei uma pirâmide de base quadrada de 6 cfm de lado e a altura
do triângulo lateral de 3 raiz quadrada de 2 cm. Ao imaginar a construção da
pirâmide calculei que seriam necessárias 6 figuara espaciais. Com a pirâmide
veriifiquei que era esta a solução
Data: 30/07/99
Hora: 19:50
Nome : Ana Gertrudes Cézar
E-mail : welterka@zipmail.com.br
Comentários : Gostaria de saber quando que é ou foi o curso de matemática.
E se você ficassem sabendo de algum curso novo gostaria que me mandasse algo.
Obrigada. Karina!